Ninguém defende a agência de viagens melhor que o próprio dono: você sabe por que o viajante escolhe você e o que a promoção de passagem e o prazo do feriado marcado empurram a decisão da viagem significa na prática. O problema raramente é saber o que fazer, é ter fôlego para manter perfil, páginas de pacote internacional e avaliações sempre no ar. Fazer sozinho cabe até certo volume; passando dele, a agência deixa de ser luxo.
Para o panorama completo, veja o guia de contratar marketing.
O modelo do meio: fazer junto
Não precisa ser tudo ou nada. Muitos donos mantêm o que sabem — responder o viajante e mandar foto de roteiros reais de clientes, depoimentos de quem viajou e o suporte durante a viagem — e terceirizam o que trava: as páginas de pacote internacional e o SEO por trás de "agência de viagens perto de mim". Esse meio-termo costuma render mais que os extremos.
Os custos escondidos de cada lado
Fazer sozinho não é grátis: o custo é o tempo que você tira do atendimento e a inconsistência quando a agenda enche. Cada semana sem cuidar de "pacote de viagem internacional parcelado" é o viajante indo para quem manteve a presença viva.
Como decidir pelo seu momento
Decida por etapa, não para sempre. Comece por conta própria para entender o que funciona com o viajante, e traga a agência quando quiser escalar além do que o seu tempo alcança. O erro é ficar no sozinho por orgulho enquanto a procura por pacote internacional vaza para o concorrente.
O que muda na prática
Fazendo sozinho, você controla tudo e responde o viajante com a sua voz, mas o marketing vira a última tarefa do dia — e costuma ficar pela metade. Com agência, ele tem dono e rotina, e para de depender de você ter sobrado energia à noite.
Um exemplo: alguém em São José dos Campos procura agência de viagens agora; o mesmo acontece em Feira de Santana e Santos a cada minuto, cidade por cidade.
Quando a agência compensa
Vale contratar quando o seu tempo passou a valer mais atendendo o viajante do que editando post. Com ticket medio, poucas horas suas no atendimento já cobrem a agência — e ela ainda faz o que você não teria fôlego de manter.
Quando fazer sozinho é a escolha certa
Se você está começando e o caixa é curto, fazer sozinho é sensato: dá para cuidar do perfil, pedir avaliação de roteiros reais de clientes, depoimentos de quem viajou e o suporte durante a viagem e criar uma página de pacote internacional sem gastar nada além de tempo. Nesse momento, cada real economizado importa mais que a velocidade.
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Como acelerar esse resultado
Enquanto você lê isto, tem gente procurando "pacote de viagem internacional parcelado" na sua cidade — e quem aparecer primeiro leva o contato. Quando o nicho+cidade já é de um cliente RankSite, entrar depois fica muito mais caro. Ser o primeiro cria barreira de entrada.
Ainda ficou com alguma dúvida?
Consigo fazer o marketing de agência de viagens sozinho?
Consegue o básico: perfil, pedir avaliação de roteiros reais de clientes, depoimentos de quem viajou e o suporte durante a viagem e uma página de pacote internacional. O limite é a constância quando a agenda enche e pedir um orçamento de viagem some do seu radar.
Dá para misturar os dois?
Dá, e costuma render mais. Você cuida do perfil e responde o viajante; a agência cuida das páginas de parcelamento e do SEO por trás de "agência de viagens perto de mim".
Quando vale a pena parar de fazer sozinho?
Quando o marketing vira a tarefa que você sempre adia e disputa com sites de compra direta e precisa provar por que vale usar agência. Aí o tempo perdido custa mais que a agência.